terça-feira, 9 de julho de 2013

TEORIA DO CONHECIMENTO – CURSO DE PSICOLOGIA

Estudo Dirigido I
Es
1ª  Para que os filósofos investigam o processo de conhecimento?

2ª De acordo com a tese representacionista qual seria a relação entre  conhecimento e representação?

3ª  Que elementos básicos existem no processo de conhecimento? Explique cada um deles e sua relação.

4ª Diferencie Idealismo de Realismo?

5ª Quando ficou demonstrado que a terra não era o centro do universo, “o homem perdeu seu lugar no mundo, ou, mais exatamente perdeu o próprio mundo que formava o quadro de sua existência e o objeto de seu saber” (Alexandre Koyré).
A partir das discussões em sala de aula sobre o contexto no qual se insere Descartes e o inicio do pensamento moderno, identifique e explique três consequências dessa revolução espiritual que afetaram/contribuíram na produção filosófica do homem moderno.

6ª Em que consistiu a dúvida metódica de Descartes? Qual era o seu objetivo ao aplica-la? COMENTE.

7ª Comente, explicando e justificando seus comentários e sempre que possível, exemplificando com trechos do texto sobre o Cogito cartesiano (Cogito ergo sum) e o seu corolário (lembrando: proposição ou pensamento que se deduz de outra).

8ª Que regras propõe Descartes para dirigir o espirito na busca pela verdade?

9ª Para combater a proposição de que tudo que chega ao pensamento passa pelos sentidos e que o conhecimento se origina nos sentidos, Descartes se utiliza da dúvida metódica e uma reflexão acerca da Razão. Explique como Descartes usa o argumento de Deus e da alma no interior dessa argumentação. Justifique cuidadosamente cada afirmação e depois utilize trechos para comprová-la.


10ª “Nunca nos devemos deixar persuadir senão pela evidência de nossa razão”. Por que Descartes faz esta advertência e o que ela significa?

Descartes e as Regras para Bem Conduzir a Razão

Uma das obras mais fundamentais da filosofia chama-se Discurso do Método e traz o seguinte subtítulo: “para bem conduzir sua razão e buscar a verdade nas ciências”. Será que não é pretensão demais para um texto escrito de forma autobiográfica? A trajetória do texto e o poder que exerceu sobre a tradição posterior revelam que não. O Discurso do Método é uma obra destinada, inicialmente, a servir de prefácio a três ensaios do filósofo e matemático Descartes: a Dióptrica, os Meteoros e a Geometria. Os dois primeiros só interessam hoje aos historiadores do pensamento cartesiano. Já o terceiro teve ampla divulgação entre os matemáticos, por razões que veremos mais tarde. Quanto ao Discurso, dividido em seis partes, apesar de Descartes dizer que seu propósito era apenas “(...) mostrar de que maneira ele se esforçou para bem conduzir sua razão.” (Descartes, 1962) frase que devemos atribuir à modéstia de Descartes, na verdade a obra expõe com clareza uma série de argumentos que permitem à filosofia fundamentar todo o edifício do saber.
Na segunda parte do Discurso, Descartes enumera quatro preceitos que devem conduzir a ciência. Acompanhemos o texto do filósofo:
O primeiro era o de jamais acolher alguma coisa como verdadeira que
eu não conhecesse evidentemente como tal; isto é, de evitar cuidadosamente
a precipitação e a prevenção, e de nada incluir em meus juízos que
não se apresentasse tão clara e tão distintamente a meu espírito, que eu
não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida. O segundo, o de dividir
cada uma das dificuldades que eu examinasse em tantas parcelas quantas
possíveis e quantas necessárias fossem para melhor resolvê-las. O terceiro,
o de conduzir por ordem meus pensamentos, começando pelos objetos
mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco, como por degraus,
até o conhecimento dos mais compostos, e supondo mesmo uma
ordem entre os que não se precedem naturalmente uns aos outros. E o último,
o de fazer em toda parte enumerações tão completas e revisões tão
gerais, que eu tivesse a certeza de nada omitir. (DESCARTES, 1962)

A primeira regra, também conhecida por “regra da evidência”, sintetiza um ponto muito importante na filosofia cartesiana. Descartes entende que a razão é uma capacidade que o homem possui para examinar os dados que os sentidos captam. Nisto ele não se distingue de filósofos anteriores. Mas, Descartes também pensa que a verdade e a certeza são condições sem as quais um homem não pode dizer que possui conhecimento. O filósofo foi educado em La Flèche, uma escola jesuíta que reunia o que havia de melhor em termos de Metafísica e Teologia do século XVII. Por meio dessa instrução, Descartes pôde exercitar-se durante anos em investigações metafísicas oriundas da Idade Média cujas teses e argumentos são, em sua maior parte, raciocínios prováveis. É contra esse tipo de procedimento que o método cartesiano ganha força. Para Descartes é importante rejeitar todos os juízos, demonstrações e dados que não possam ser tidos como verdadeiros e indubitáveis. Quando Descartes recomenda a certeza ele pensa naquela “luz natural” que cada homem possui, permitindo-lhe “intuir” (no sentido preciso de ver) a verdade de cada coisa. Veja como o filósofo delineia o método que orienta essa “visão mental”:
Todo método consiste inteiramente em ordenar e em agrupar os objetos
nos quais deveremos concentrar o nosso poder mental se pretendermos
descobrir alguma verdade. Seguiremos este método com exatidão se
desse início reduzirmos as questões complicadas e obscuras, substituindo-
as, passo a passo, por outras mais simples e depois, começando pela
intuição das mais simples de todas, tentarmos conhecer todas as outras,
através dos mesmos processos. (in: COTTINGHAM, 1989)

Você pode aplicar esse método no estudo de qualquer coisa, mas não deixe de atentar para o seguinte: a mensagem de Descartes é que sua razão segue um passo que vai do simples ao complexo por meio de graus de entendimento na matéria. Além disso, o trecho acima revela que o entendimento é uma espécie de visão mental, ou intuição, termo redefinido por Descartes e cujo significado não pode ser confundido com a tradição aristotélica. Em Descartes intuição é uma capacidade análoga à faculdade da visão. A clareza que o entendimento busca é uma capacidade de ver mentalmente as estruturas e qualidades dos corpos existentes, do mesmo modo que a projeção de mais luz sobre um corpo permite uma visão mais detalhada e precisa desse corpo.
Segundo Granger, o espírito do cartesianismo é o espírito da matemática:
Dividir a dificuldade, ir do simples ao complexo, efetuar enumerações
completas, é o que observa rigorosamente o geômetra quando analisa um
problema em suas incógnitas, estabelece e resolve suas equações. A originalidade
de Descartes consiste em ter determinado, de forma por assim dizer
canônica, essas regras de manipulação que somente se esboçam em
seus contemporâneos na sua aplicação particular às grandezas, e de havê-las
ao mesmo tempo oposto e substituído à Lógica da Escola, na qual vê
apenas um instrumento de Retórica, inutilmente sofisticado. (DESCARTES, 1962)

Como se vê, o método cartesiano é uma projeção de princípios e regras que orientam o raciocínio matemático-geométrico. A terceira e quarta regras, respectivamente, apenas confirmam um procedimento de resolução de problemas na geometria: as linhas e as figuras simples estão contidas nas compostas, etc. Vale ressaltar uma caracterização do conhecimento em Descartes que podemos chamar de “unitária”. Talvez sem o saber, Descartes retoma a opinião de Platão, para quem é possível identificar uma natureza comum do conhecimento, e se põe contra Aristóteles nesse ponto, o qual defendia a necessidade de distintas metodologias e perfis diferentes para cada ramo do saber.
(Texto extraído do Livro de Filosofia da Secretária de Educação do Paraná)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Teoria do Conhecimento

O que é Teoria do Conhecimento?

Roderick Chisholm

A reflexão sobre a natureza do nosso conhecimento dá origem a uma série de desconcertantes problemas filosóficos, que constituem o assunto da teoria do conhecimento, ou Epistemologia. A maior parte desses problemas foi debatida pelos gregos antigos e, ainda hoje, a concordância é escassa sobre a maneira como deveriam ser resolvidos ou, no caso de tal não ser possível, abandonados. Descrevendo os temas dos sete capítulos que se seguem , poderemos dar a entender, de modo geral, a natureza desses problemas.
1 ) Qual é a distinção entre conhecimento e opinião verdadeira? Se um homem teve um palpite acertado ("Eu diria que é o sete de ouros"), mas não sabe realmente; e outro homem sabe, mas não diz, e não precisa adivinhar; o que é que o segundo homem tem (se assim podemos dizer) que falta ao primeiro? Pode-se dizer, é claro, que o segundo homem tem a prova evidente e que o primeiro não a tem, ou que algo é evidente para um que não é para o outro. Mas o que é prova evidente e como decidiremos, em qualquer caso determinado, se temos ou não prova?
Essas perguntas têm suas análogas tanto na Filosofia Moral como na Lógica. O que significa um ato estar certo e como decidiremos, em qualquer caso determinado, se um certo ato está certo ou não? O que significa uma inferência ser válida e como decidiremos, num determinado caso, se uma dada inferência é ou não válida?
2 ) A nossa prova para algumas coisas, ao que parece, consiste no fato de termos provas para outras coisas. "A minha prova de que ele cumprirá sua promessa é o fato dele ter dito que cumpriria a sua promessa. E a minha prova de que ele disse que cumpriria a sua promessa é o fato de que. . ." Devemos dizer de tudo aquilo para o que temos prova que a nossa prova consiste no fato de termos prova para alguma outra coisa? Se tentarmos formular, socraticamente, a nossa justificação para qualquer pretensão particular de conhecimento ("A minha justificação para pensar que sei que A é o fato de que B" ) e se formos inexoráveis em nossa investigação ("e a minha justificação para pensar que sei que B é o fato de que C"), chegaremos, mais cedo ou mais tarde, a uma espécie de fim de linha ("mas a minha justificação para pensar que sei que N é simplesmente o f ato de que N" ) . Um exemplo de N poderá ser o fato de que me parece recordar que já estive aqui antes ou o fato de que alguma coisa, agora, me parece azul.
Esse tipo de interrupção pode ser descrito de duas maneiras bastante diferentes. Poderíamos dizer: "Há certas coisas (por exemplo, o fato de que me parece recordar ter aqui estado antes) que são evidentes para mim e que o são de tal forma que a minha prova de evidência para essas coisas não consiste no fato de haver certas outras coisas que são evidentes para mim". Ou poderíamos dizer, alternativamente: "Há certas coisas (por exemplo, o fato de que me parece recordar ter aqui estado antes) das quais não se pode dizer que sejam evidentes, em si mesmas, mas que se parecem com o que se pode considerar evidente, na medida em que funcionam como prova evidente para certas outras coisas." Essas duas formulações apenas pareceriam diferentes verbalmente. Se adotarmos a primeira, poderemos afirmar que algumas coisas são diretamente evidentes.
3 ) As coisas que ordinariamente dizemos que conhecemos não são coisas, portanto, "diretamente evidentes". Mas, ao justificarmos a pretensão de conhecimento de qualquer uma dessas coisas particulares, podemos ser levados de novo, da maneira descrita, às várias coisas que são diretamente evidentes. Deveríamos dizer, portanto, que o conjunto daquilo que conhecemos, em qualquer momento dado, é uma espécie de "estrutura", que tem seu "fundamento" no que acontece ser diretamente evidente, nesse momento? Se dissermos isso, deveremos estar então preparados para explicar de que maneira esse fundamento serve de apoio ao resto da estrutura. Mas essa questão é difícil de responder, visto que o apoio dado pelo fundamento não seria dedutivo nem indutivo. Por outras palavras, não é o gênero de apoio que as premissas de um argumento dedutivo dão à sua conclusão, nem é o gênero de apoio que as premissas de um argumento indutivo dão à sua conclusão. Pois
, se tomarmos como nossas premissas o conjunto do que é diretamente evidente em determinado momento, não podemos formular um bom argumento dedutivo, nem um bom argumento indutivo, em que qualquer das coisas que ordinariamente dizemos que conhecemos apareçam como uma conclusão. Portanto, talvez se dê o caso de, além das "regras de dedução" e das "regras de indução", existirem também certas "regras de evidência" básicas. 0 lógico dedutivo tenta formular o primeiro tipo de regras; o lógico indutivo, o segundo; e o epistemologista procura formular as regras do terceiro tipo.
4) Pode-se perguntar: "0 que é que sabemos? Qual é a extensão do nosso conhecimento?" Poder-se-á também perguntar: "Como decidir, em qualquer caso particular, se sabemos ou não? Quais são os critérios de conhecimento, se porventura existem?" 0 "problema do critério" resulta do fato de que, se não tivermos resposta para o segundo par de perguntas, não disporemos, nesse caso, aparentemente, de um procedimento razoável para encontrar resposta para o primeiro; e, se não tivermos resposta para o primeiro par de perguntas, não teremos então, aparentemente, um processo razoável de encontrar a resposta do segundo. 0 problema poderá ser formulado mais especificamente para diferentes matérias - por exemplo, o nosso conhecimento (se houver) de "coisas externas", "outros espíritos", "certo e errado", as "verdades da Teologia". Muitos filósofos, aparentemente sem razão suficiente, abordam algumas dessas versões mais específicas do problema do critério segundo um ponto de vista, ao passo que outros as encaram de um ponto de vista muito diferente.
5) 0 nosso conhecimento (se houver) do que por vezes denominamos as "verdades da razão" - as verdades da Lógica e da Matemática e o que se expressa por "Uma superfície que é toda vermelha também não é verde" - dota-nos com um exemplo particularmente instrutivo do problema de critério. Alguns filósofos acreditam que qualquer teoria satisfatória do conhecimento deve ser adequada ao fato de que algumas das verdades da razão, tal como tradicionalmente são concebidas, não estão entre as coisas que conhecemos. Outros, ainda, procuram simplificar o problema afirmando que as chamadas "verdades da razão" só pertencem realmente, de algum modo , , a maneira como as pessoas pensam ou a maneira como empregam sua linguagem. Mas, uma vez que essas sugestões sejam equacionadas com precisão, logo perdem toda e qualquer plausibilidade que aparentemente tenham tido, no começo.
6) Outros problemas da teoria do conhecimento poderiam designar-se, apropriadamente, por "metafísicos". Abrangem certas questões sobre as maneiras como as coisas nos parecem. As aparências que as coisas apresentam para nós quando, digamos, as percebemos, parecem ser subjetivas na medida em que dependem, para a sua existência e natureza, do estado do cérebro. Este simples fato levou os filósofos, talvez com excessiva facilidade, a estabelecerem algumas conclusões extremas. Alguns afirmaram que as aparências das coisas externas devem ser duplicatas internas dessas coisas - que, quando um homem percebe um cão, uma tênue réplica do cão é produzida dentro da cabeça do homem. Outros disseram que as coisas externas devem ser bastante distintas do que ordinariamente aceitamos que elas sejam - que as rosas não podem ser vermelhas quando ninguém está olhando para elas. Ainda outros afirmaram que as coisas físicas devem-se compor, de algum modo, de aparências; e houve também quem dissesse que «s aparências devem ser compostas, de algum modo, de coisas físicas. 0 problema levou até alguns filósofos a indagarem se existirão coisas físicas e outros, mais recentemente, a indagarem se existirão aparências.
7 ) 0 "problema da verdade" poderá parecer um dos mais simples da teoria do conhecimento. Se dissermos a respeito de um homem, `'Ele acredita que Sócrates é mortal", e depois acrescentarmos, "E o que é mais, sua crença é verdadeira", então o que acrescentamos não é, certamente, mais do que isto: Sócrates é mortal. E "Sócrates é mortal" diz-nos tanto quanto "é verdade que Sócrates é mortal". Mas que aconteceria se disséssemos, a respeito de um homem, que algumas de suas crenças são verdadeiras, sem especificarmos que crenças? Que propriedade, nesse caso, estaríamos atribuindo à sua crença?
Suponha-se que dizemos: "0 que ele está dizendo agora é verdade", quando acontece que o que ele está dizendo agora é o que nós estamos agora dizendo que é falso, seja o que for. Nesse caso, estaremos dizendo algo que é verdadeiro ou dizendo algo que é falso?
Finalmente, qual é a relação entre as condições da verdade e os critérios de evidência? Somos boas provas, presumivelmente, para acreditar que existem nove planetas. Essa prova consiste em vários outros fatos que conhecemos a respeito de Astronomia, mas não inclui, em si, o fato de que existem nove planetas. Pareceria logicamente possível, portanto, que um homem tivesse boas provas para uma crença que, não obstante, é uma crença que é falsa. Significará isso que o fato de existirem nove planetas, se porventura for um fato, é realmente algo que não pode ser evidente? Deveríamos dizer, portanto, que ninguém sabe, realmente, se existem nove planetas? Ou deveríamos dizer que, embora seja possível saber que existem nove planetas. não é possível saber que sabemos existirem nove planetas? Ou as provas de que dispomos para acreditar que existem nove planetas garantem, de algum modo, que a crença é verdadeira e garantem, portanto, que há nove planetas?
Tais questões, e problemas como esses, constituem o assunto da teoria do conhecimento. Um certo número deles, como o leitor já sentirá, é simplesmente o resultado de confusão; e, uma vez exposta a confusão, os problemas desaparecem. Mas outros, como este livro pretende mostrar, são um tanto mais difíceis de tratar.

(Fontes: Chisholm, R. M. (1966): Teoria do Conhecimento, Rio de Janeiro: Zahar, pgs. 11-15.).
http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/chisholm.htm

Em breve...

Assim que possível, estarei iniciando a publicação da postagem dos slides e de alguns textos....

Introdução à Filosofia (Administração/biblioteconomia)

Atividade Extra-classe 02 do dia 31 de Maio de 2013
                        
  Estudo Dirigido I 

1. "Logos e mito são as duas metades da linguagem, duas funções igualmente fundamentais da vida do espírito." Que quer dizer Pierre Grimal com essa afirmação?

2. Por que se pode dizer, baseado no estudo do helenista Jean-Pierre Vernant, que o o surgimento da filosofia foi  engendrado em " praça pública"?

3. Qual era a preocupação central dos filósofos de Mileto e o que encontrou cada um em sua busca?

4. O pensamento de Pitágoras introduziu pela primeira vez, dentro da história da filosofia ocidental, um aspecto mais formal na explicação da realidade. Que aspecto é esse? Por que é mais formal? Em comparação ao quê? Justifique sua resposta com exemplos.

5. Qual a concepção de realidade contida nesta frase de Heráclito: "a luta é a mãe, rainha e princípio de todas as coisa"?

6. Comente as divergências fundamentais entre Parmênides e Heráclito sobre a realidade do ser.

7. Qual o objetivo Zenão de Eléia ao criar celebres argumentos como o da corrida de Aquiles com uma tartaruga?

8. Empédocles tentou conciliar  as concepções de Parmênides e Heráclito. Como essa tentativa de conciliação se expressa em sua teoria?

9. De que maneira o pensamento de Demócrito também formula uma solução que concilia imobilidade do ser com o movimento do mundo?

Para responder as questões acima, devem ser observadas as seguintes orientações1. Os estudantes devem responder as seguintes perguntas a partir do que foi discutido em sala de aula e com base nos textos indicados para a leitura. Podem ser utilizadas outras fontes, mas estas serão mencionadas separadamente após ser mencionada a  visão expressa no textos indicados, assim como as justificativas pessoais acerca das questões. Ao responder, deve ser integrados os conteúdos dos três textos entregues e o que foi discutido em sala de aula. 
2. As respostas devem ser escritas manualmente com canetas esferográficas na cor azul ou preta. Não serão aceitos trabalhos digitalizados, enviados por e-mail ou escritos em outras cores e de lápis. 
3. Deve ser observado o prazo de entrega. Não serão recebidos ou contabilizados trabalhos fora do prazo.

Prazo de entrega: 11 de junho de 2013. 




Teoria do Conhecimento

Atividade Extra-Classe 02 do dia 27 de Maio de 2013
Investigação filosófica: Ceticismo

A partir do que foi discutido em sala de aula e com base nos textos indicados para a leitura, os estudantes devem responder a seguinte pergunta:  Diferencie o ceticismo absoluto do ceticismo relativo.
Prazo de Entrega: 29 de Maio de 2013


Filosofia (Comunicação)

Atividade Extra-classe 01 do Dia 15 de maio de 2013.

Elaboração de Texto dissertativo: Porque se deve estudar filosofia no Curso de Comunicação?

Prazo de entrega: dia 22 de Maio de 2013

ps - Devido a paralisação nacional da educação  e ao desencontro de informações com os estudantes de RP que passaram a participar dessa disciplina, o prazo foi prorrogado para o dia 05 de Junho de 2013. Não serão recebidas atividade posteriores.

Introdução à Filosofia (Administração/biblioteconomia)

Atividade Extra-classe 01 do dia 14 de Maio de 2013

Elaboração de um texto dissertativo: Por que precisamos estudar filosofia no curso de Administração.

Prazo de Entrega: 17 de Maio de 2013.

Teoria do Conhecimento

Atividade Extraclasse 01 do Dia 13 de Maio

Elaboração de texto dissertativo: Por que se deve estudar teoria do conhecimento no curso de Psicologia.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Atividades extra-classes

Em breve, estarei postando as atividades dessa primeira semana. Fiquem atentos, pois algumas disciplinas são semelhantes. Daí, a necessidade de verificar o semestre/ano e o curso em que é ministrado.

Filosofia - Comunicação

EMENTA
Origem e Caracterização da Filosofia. Do mito à racionalidade do pensamento ocidental (identidade e diferença). As categorias fundamentais da filosofia teórica e prática. Evolução histórica do pensamento filosófico e as principais correntes filosóficas. Leitura propedêutica de textos filosóficos. Algumas expressões filosóficas que embasam os cursos de Comunicação.

COMPETÊNCIAS
- Identificar os principais pensadores e pensamentos filosóficos, no sentido de compreender historicamente a filosofia;
- Compreender o processo histórico da filosofia e sua influência na Comunicação.

OBJETIVOS
- Contribuir para uma reflexão crítica acerca do homem e da sua relação com o mundo;
- Caracterizar os períodos da história da Filosofia;
- Discutir os principais fundamentos básicos das principais correntes filosóficas.

CONTEÚDO
Unidade I –  Filosofia e outros discursos: Considerações introdutórias. Noções fundamentais de filosofia. Discursos Explicativos da realidade: Mito, Natureza e Doxa. O que é filosofia?  Origens da reflexão filosófica. As principais características da filosofia.
Unidade II – Breve Enfoque da História da Filosofia com suas Principais Correntes Filosóficas. Filosofia Antiga. Filosofia Medieval. Filosofia do Renascimento. Filosofia Moderna e Filosofia Contemporânea.
Unidade III –  A comunicação na contemporaneidade: o jornalismo e o texto escrito, a fundamentação de outros conhecimento para a profissão de jornalista, as diferenças de ideias. Breve introdução ao pensamento crítico da Comunicação.

METODOLOGIA
Ø  Aulas expositivas e dialogadas.
Ø  Roteiros e Estudos de texto. (Individual e em grupo)
Ø  Exercícios de leitura e interpretação.
Ø  Atividades em grupo, seminários e debates.
Ø  As atividades extraclasses:
                  Fichamentos de leitura comentado
                  Relatórios das apresentações de equipes
                  Resolução de questionários
                  Elaboração de Seminário temático: Filosofia
                  Trabalho filosófico sobre um dos temas ou assuntos estudados na disciplina.

AVALIAÇÃO (Há possibilidade de Alteração):
Av1: Seminário Temático  + Atividades Extraclasses
Av2: Avaliação Escrita ou Trabalho individual escrito
Av3: Avaliação Escrita
Observação: De acordo com o desenvolvimento da turma, as atividades extraclasses poderão ser utilizadas para se estabelecer a nota final de cada uma das três avaliações acima.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ADORNO, T. W. et al. Teoria da Cultura de Massa. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1978.
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo. Editora Moderna .2000.
ARAÚJO, I. L. Introdução à filosofia da ciência. 2 ed. Curitiba: Ed. Da UFPR. 1998.
BORNHEIM, G. O Sentido e a Mascara. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CHAUI, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000.
DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. Trad. Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
FERRY, Jean Marc. Filosofia da Comunicação. São Paulo: Paulus, 2007.
FOUCALT, M. A Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária,1997.
HABBERMAS, J. Conhecimento e interesse: um novo posfácio. Rio de Janeiro. 1990.
GRANGER, G.G. A Razão. São Paulo, Difel, 1962.
__________________. O discurso filosófico da modernidade. Rio de Janeiro: Publicações Dom Quixote,1990.
JAEGER, W. Paidéia. A formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
PLATÃO. Mênon. Trad. Maura Iglesias. – 2. ed. – Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; Loyola, 2003.
_______. A República. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
REALE, G. História da Filosofia Antiga (Vols I e II). Trad. de Marcelo Perine. São Paulo, Loyola, 1993.
VOLTAIRE. Conselhos a um jornalista. Trad. Marcia Valéria Martinez de Aguiar.  São Paulo: Martins Fontes, 2006.

Essas são algumas das obras e textos sobre os temas tratados. Outros textos poderão ser indicados no decorrer do semestre, se necessário.


Introdução à Filosofia (Administração/Biblioteconomia)


EMENTA

Do mito à racionalidade do pensamento ocidental (identidade e diferença). A história da filosofia. A questão do fundamento: o ser, o sujeito, a linguagem. As categorias fundamentais da filosofia teórica e prática. A questão da verdade. A questão do bem. Leitura propedêutica de textos filosóficos.

COMPETÊNCIAS

- Identificar os principais pensadores e pensamentos filosóficos, no sentido de compreender historicamente a filosofia;
- Compreender o processo histórico da filosofia.

OBJETIVOS

- Contribuir para uma reflexão crítica acerca do homem e da sua relação com o mundo;
-Caracterizar os períodos da história da Filosofia;
- Discutir os principais fundamentos básicos das principais correntes filosóficas.

CONTEÚDO 

Unidade I –  Filosofia e outros discursos: Considerações introdutórias.
Noções fundamentais de filosofia. Discursos Explicativos da realidade: Mito, Natureza e Doxa. O que é filosofia?  Origens da reflexão filosófica. As principais características da filosofia.

Unidade II – Breve Enfoque da História da Filosofia com suas Principais Correntes Filosóficas.
Filosofia Antiga. Filosofia Medieval. Filosofia do Renascimento. Filosofia Moderna e Filosofia Contemporânea.


METODOLOGIA
Ø  Aulas expositivas e dialogadas.
Ø  Exercícios de leitura e interpretação.
Ø  Atividades em grupo, seminários e debates.
Ø  As atividades extraclasses:
  Fichamentos de leitura comentada
                 Relatórios das apresentações de equipes
                 Resolução de questionários
  Elaboração de Seminário temático: Teoria do Conhecimento.
  Trabalho filosófico sobre um dos temas ou assuntos estudados na disciplina.
AVALIAÇÃO:

Av1: Apresentação de Seminário Temático em equipe + Atividades Extraclasses
Av2: Avaliação Escrita ou Trabalho individual escrito
Av3: Avaliação Escrita

Observação: De acordo com o desenvolvimento da turma, as atividades extraclasses poderão ser utilizadas para se estabelecer a nota final de cada uma das três avaliações acima.